Meu perfil
BRASIL, Sudeste, Homem, de 15 a 19 anos, Portuguese, English, Livros, Informática e Internet


Histórico:

- 16/05/2004 a 22/05/2004
- 09/05/2004 a 15/05/2004
- 25/04/2004 a 01/05/2004
- 18/04/2004 a 24/04/2004
- 28/03/2004 a 03/04/2004
- 14/03/2004 a 20/03/2004
- 22/02/2004 a 28/02/2004



Outros sites:

- Blog da Amanda
- Blog da Nathalia
- Blog do Luisitinho
- Blog do Xunonena
- Fotoblog do Metal Chamego
- Blog do Tas


Votação:

- Dê uma nota para meu blog

Indique esse Blog


Contador:

Layout:




Opera Rock tem um significado diferente quando se fala em Avantasia . parte-1

 

                Avantasia vem da união de "Avalon" (reino das histórias do rei Arthur) e "Fantasia". A história se passa no ano de 1604 na cidade de Mainz, é uma mistura entre ficção, realidade, religião e filosofia. A idéia partiu de Tobias Sammet, vocalista do Edguy, durante a tour do álbum Theatre of Salvation, mas a obra cresceu tanto que se transformou em uma Ópera Metal. Tobias achou melhor fazer um projeto convidando vários artistas. As gravações duraram um ano e a obra foi dividida em duas partes.

Tobias Sammet interpreta o personagem central, o noviço Gabriel Laymann; Ernie interpreta Lugaid Vandroiy, um druida (uma espécie de mago curandeiro); David Defeis, vocalista do Virgin Steele, aparece como o Frei Jakob; Sharon del Alden, vocal do Within Temptation, interpreta Anna Held; Rob Rock, vocal do Impellitteri, faz o Bispo Von Bicken; Oliver Hartmann, vocal do At Vance, interpreta o Papa Clemens IIX; André Matos, vocalista do Shaman, interpreta o Elfo Elderane; Kai Hansen, vocalista do Gamma Ray e ex-Helloween, interpreta o anão Regrin; Timo Tolkki, guitarra do Stratovarius, no papel do oficial de Justiça Von Kronemberg. Nas guitarras Henjo Ricther, do Gamma Ray e Jens Ludwing do Edguy; no baixo Markus Grosskopft do Helloween; na bateria Alex Holzwarth do Rhapsody; os teclados e orquestrações ficaram com o próprio Tobias Sammet.

Obs1: Metal Opera Part II  e Parte I são os temas dos albuns que foram lançados.

Obs2: Asperte de 1-5 é pq o texto era muito grande e tive que dividir eles em pequenos tópicos.



- Postado por: #Maverick# às 01h58
[ ] [ envie esta mensagem ]

___________________________________________________




Avantasia ( Metal Opera Part I ). parte-2

Esse é um projeto do vocalista e líder do Edguy, o alemão Tobias Sammet.Normalmente seria mais um disco solo de um cara de mais uma banda de metal melódico, mas este é um pouco diferente.Tobias fez nesta primeira parte de Metal Opera uma banda principal, formada por Markus Grosskopf do Helloween no baixo, Henjo Richter do Gamma Ray na guitarra e Alex Holzwarth do Rhapsody na bateria.Com uma banda dessas você deve estar pensando que o CD é muito bom certo?

Errado. Como se não bastasse esta banda do mais alto gabarito, Tobias convidou uma série de vocalistas para participarem do projeto.Algo como o Ayreon.The Metal Opera é um álbum conceitual, e cada cantor interpreta um personagem da história, que tem Tobias como Gabriel Laymann, o protagonista da saga. Os convidados são ninguém menos que Kai Hansen (Gamma Ray), David DeFeis (Virgin Steele), André Matos (The Shaman), Sharon Den Adel (Within Temptation), Rob Rock (Warrior) Timo Tolkki (guitarrista do Stratovarius que aqui canta) e Ernie.

Mas que Ernie (a pergunta que todos fizeram)? Bem, com certeza você o conhece, mas não como Ernie e sim como Michael Kiske, o saudoso ex-vocalista do Helloween no primeiro projeto 100% Heavy Metal desde sua saída da banda.

O resultado da formação deste “Dream Team” é um dos melhores discos do ano! Um CD impecável, desde suas composições, que são o mais puro metal melódico que varia entre Stratovarius (Reach Out For The Light), Edguy (Breaking Away), e Helloween (Avantasia), até a parte gráfica, que conta com uma bela produção e a primeira parte da saga que é narrada nas músicas.Uma história muito interessante por sinal.O destaque como se supõe é Kiske, que traz boas lembranças aos seus fãs. 13 faixas que demonstram muita criatividade e talento dos músicos, em especial de Sammet que compôs o álbum.

Um lançamento muito recomendado aos fãs do verdadeiro Heavy Metal.Tobias Sammet pode ser considerado um dos mais talentosos compositores do Metal atual.Sem contar que é um grande vocalista, que não exagera e não é chato. A segunda parte de Metal Opera torna-se muito aguardada. Até lá, não deixe de ouvir este álbum. Aposto que vai ficar tanto tempo no seu CD player quanto no meu


- Postado por: #Maverick# às 01h57
[ ] [ envie esta mensagem ]

___________________________________________________




Avantasia ( Metal Opera Part II ). parte-3

A fim de combater a ociosidade durante as turnês do Edguy, Tobias Sammet começou a rascunhar um projeto que há muito povoava a sua mente: fazer um álbum com diversos cantores diferentes, músicos pelos quais ele se sentia influenciado. A idéia surgiu devido a uma experiência prévia com o vocalista do Blind Guardian, Hansi Kürsch, que participou do álbum Vain Glory Opera como convidado especial, incitando em ‘Tobi’ a aspiração de dar maiores proporções àquilo concretizado em tal ocasião. Para tanto, chamou um ‘batalhão’ de amigos, e os amigos dos amigos, dando forma ao que viria a ser o Avantasia, um trabalho conceitual focado num ‘mix’ da história da humanidade com aspectos religiosos/filosóficos do século XVII (época em que a trama se desenrola), e um outro elemento denominado fantasia, de onde se extraiu o termo “Avantasia”, numa união com a palavra “Avalon”, a ilha mística dos contos do Rei Arthur.

Em janeiro de 2001 chegava às lojas “The Metal Opera Part I”, um sucesso absoluto, de enorme aceitação do público, pois apesar de não trazer nada de revolucionário no tocante à parte instrumental, continha nada menos que nove vocalistas, sendo, obviamente, Sammet o principal. Quanto aos demais, cantavam pequenos trechos em determinadas músicas, consoante ao papel de cada uma das personagens na trama, ainda que um tal de ‘Ernie’ tenha participado bem mais do que os outros (desempenhado-o muito bem por sinal). Esse foi um pseudônimo utilizado por Michael Kiske, ex-Helloween, e sua inclusão no projeto certamente impulsionou a promoção do álbum, levando ao frenesi os fãs de sua antiga banda.

Assim, gerou-se uma grande expectativa em relação à segunda parte, que acaba de ser lançada, cerca de um ano e meio após o ‘debut’, no dia 26 de agosto. Há cinco meses, Sammet revelou que a duração da faixa de abertura, “The Seven Angels”, era de pouco mais que quatorze minutos, o que acarretou numa maior apreensão naqueles já bastante ansiosos. E de fato, ela é muito boa. Começa soturna, emenda com os corais já característicos e chega ao seu ápice quando Oliver Hartmann solta a voz, seguido da frase curtinha de Michael Kiske e da estrofe de Rob Rock. Após o refrão, a situação se repete, mas Rob dá lugar a David DeFeis, que por sua vez não deixa barato. Repete-se o refrão e segundos depois a música dá uma amansada bem longa, com dois minutos de orquestrações, podendo desagradar aos mais afoitos. Por isso, podemos dividi-la em duas partes, um início bem poderoso e agora, depois do solo, uma parte rica em belas melodias, elementos de ‘ópera rock’, com um ‘quê’ de Meat Loaf ou Trans Siberian Orchestra. É nesse contexto que entram Kai Hansen e André Matos, perpetrando uma canção única, de sete vozes distintas, com destaque absoluto para Oliver Hartmann. ‘Pelamordedeus’ como canta esse sujeito! É lamentável que a sua participação no disco tenha se limitado às duas míseras estrofes dessa música. Um talento muito mal aproveitado que poderia e deveria estar presente em outras canções sem muito brilho.

Em seqüência, “No Return” traz o ‘speed’ de sempre, lembrando muito o próprio Edguy. Apesar de algumas boas passagens com Elderane (Matos) e Lugaid Vandroiy (Kiske), bem como o ‘bridge’, que também é válido, o refrão degringola tudo, pois não é suficientemente interessante; aliás, é muito manjado...

Como contraponto, “The Looking Glass” vem sem peso, grandes inovações ou alternâncias musicais que conseguissem passar pelo meu crivo. Sua espinha dorsal é o coro, repetido cinco vezes, que, como de praxe, se configura pela voz de Tobias gravada com quatro, cinco linhas diferentes, depois reunidas num resultado assaz previsível. Por vezes a batida na caixa da bateria fica muito constante, em boa parte as guitarras são enfadonhas, e de um modo geral essa faixa tem jeito de “experimental”. Nem a participação especial de Bob Catley a consegue melhorar.

“In Quest for”: belíssima balada ao piano, sendo sua correlata a canção “Inside” do álbum anterior. Repetitiva, ‘é vero’, pois em cerca de um minuto e meio tem o seu refrão cantando seis vezes, com mínimas variações. Não obstante a isso, o belo timbre de Bob Catley agora se faz mais presente, e temos um bom momento de relaxamento, uma viagem por esse universo fantasioso que prepara o ouvinte para a “pedreirisse” que vem logo a seguir.


- Postado por: #Maverick# às 01h56
[ ] [ envie esta mensagem ]

___________________________________________________




Avantasia ( Metal Opera Part II ). parte-4

Depois de uma composição insossa e uma balada, é aqui que ‘o bicho pega’! “The Final Sacrifice” é bem pesada para os padrões do Avantasia, e por isso, sem sombra de dúvida, a minha preferida. Vejam só o David DeFeis fazendo aquilo que desde os tempos do álbum Invictus (com uma única exceção) não se via... Tomara que isso seja motivo o bastante para ele se empolgar, largar a fama de ‘tigrinho dos teclados’ e voltar a fazer um som mais masculino. Desculpem-me o comentário, mas independentemente de bandas alheias, essa é disparada a melhor música de “The Metal Opera Part II” e quiçá de toda a obra ‘avantasiana’. Se você já a vinha acompanhando, lembre-se que tem em mãos o baluarte do segundo CD, pois ele saiu como faixa-bônus na versão nacional da parte Um.

Rob Rock é quem divide a cantoria com Sammet em “Neverland”, e apesar de ser indubitavelmente um bom cantor, é o último da minha lista. Atenção à profética frase por ele emitida: “Sei menos do que todos, entretanto mais do que muitos que sabem menos”. Que isso? Uma expressão idiomática? Terei de ler direitinho a história para entender as letras desse menino prodígio, ou ficarei a vida inteira matutando... Seu instrumental é simples, com acordes, acordes e mais acordes, mas, peraí... isso é um solo??? Argh! A próxima, por favor!

“Anywhere”: Outra boa balada, totalmente protagonizada pelo noviço Gabriel, que ‘chora as pitangas’, almejando reencontrar a sua irmã. Começa na base do piano e voz, depois explode para a entrada de um solo muito bonito e melodioso. É o tipo de música que você já deve ter ouvido em outra ocasião, mas com essa mesma voz e nesse mesmo estilo. Não cometa o erro de compará-la à “Farewell”.

Nesse momento você deve se pergunta o porquê ‘desse cara’ estar comentando faixa a faixa. Bem, muitos devem estar curiosos sobre como é a tão falada ‘Parte 2’, e assim, tenho a intenção de mostrar os ‘altos e médios’ da obra. Até esse ponto, apenas a faixa de abertura e a “The Final Sacrifice” realmente me deixaram com um sorriso estampado na boca. Essa última vem envolta de duas composições sem peso e duas baladas, o que nos faz perceber um trabalho mais ‘leve’ e um instrumental que já não agrada tanto como na primeira parte, sendo bem aquém do esperado. Se antes, as intervenções dos demais vocalistas eram muito mais bem encaixadas, e o trabalho como um todo, excelente, aqui as participações deles são mais limitadas. Se você espera ouvir o maravilhoso timbre de Michael Kiske, esqueça: ele canta 83,5% a menos do que no outro CD.

Se não foi da outra vez que fiquei boquiaberto, não será agora o momento apropriado. Muitas dessas músicas foram gravadas nas mesmas sessões da primeira parte, portanto, vejo-as, sim, como ‘sobras de estúdio’. Entenda que é difícil você pegar um CD que é continuação de outro e não ficar comparando-os a todo momento (bem que eu queria que isso não fosse preciso). Ao menos sabemos que está preparado o terreno para o sucesso comercial desta nova versão, a despeito da impressão de ser o mais recente trabalho do Edguy, travestido para enganar pobres fiéis como eu.

Mesmo sendo todos os músicos envolvidos nesse projeto tarimbados, pós-graduados em heavy metal melódico, não há como chorar, nem como voltar atrás (cantemos bem alto!: “no return...”), então o jeito é prosseguir: ôpa, estamos chegando a um dividendo! “Chalice of Agony” prova que a ressurreição é possível. Conta com Kai Hansen, André Matos, um refrão grudento, é bombástica, energética, e a única que se assemelha ao material ‘metal’ apresentado na primeira parte. Vá com fé e aumente o som até acabar a eletricidade do seu bairro.

AVE! Que agudo horrível! Os ‘segundos’ que o Tobias atribuiu ao Kiske em “Memory” são horripilantes... quem é que agüenta um negócio desses? Bem, não obstante a isso, ela emenda perfeitamente com “Chalice of Agony”, e remete à fase sossegada do Judas Priest. Depois de algumas alternâncias culmina num solo “I Want Out” (referência à música do Helloween) e por fim também se junta ao meu rol de favoritas. Vale lembrar que assim como em “The Final Sacrifice”, quem faz aqui a guitarra solo é Jens Ludwig, companheiro de Tobias no Edguy.

Ah, chegamos ao momento derradeiro de toda a história. Em “Into the Unknown” toda a formação muda, sendo Eric Singer (Kiss) nas baquetas, Timmo Tolki do Stratovarius nas palhetas (que também participou da “The Seven Angels”), ‘Tobi’ usando a mão mesmo (com o seu baixo) e Norman Meiritz na guitarra-base. Sharon Den Adel inicia a canção com sua voz angelical, você pensa que ela é a sua salvação, e eu que apostei todas as minhas fichas em tal performance, quebrei a cara: ela ‘conseguiu’ cantar menos do que no primeiro CD; míseros 25 segundos! A faixa é sossegada (mais uma), na verdade bastante triste, pois um dos personagens mais importantes da trama é morto de um jeito meio estranho. O fato de ter cara de epílogo é justamente o que chateia, pois Eric Singer não poderia estar nela. Ele é um baterista sensacional, e muito mal aproveitado numa faixa que só requer umas batidinhas aqui e acolá. Recuso-me a acreditar que ele só tocou isso, e ainda nessa música soporífera... o jeito e pegar o pijaminha, ir para a cama e sonhar com esse último falsete ‘disparado’ pelo mentor deste projeto.


- Postado por: #Maverick# às 01h56
[ ] [ envie esta mensagem ]

___________________________________________________




Avantasia ( Metal Opera Part II ). parte-5

A primeira parte da ópera rock “Avantasia” foi sem dúvida um grande cd. Melodias metálicas misturadas com climas clássicos e uma história de altíssimo nível, com convidados de peso como Michael Kiske, David De Féis (Virgin Steele), André Mattos (Shaman) e Kai Hansen (Gamma Ray). O anúncio do lançamento da segunda parte causou em muitos fãs um sentimento de apreensão. Será que a continuação de uma obra tão bem sucedida conseguiria superar o sucesso e a qualidade da primeira?

De início vamos ser sinceros: Avantasia II é inferior a Avantasia I. As musicas estão muito boas, os convidados como sempre dão show, Tobias é um grande vocalista e conseguiu escrever uma continuação soberba para a história contada na primeira parte, mas a síndrome de repetição paira a todo momento neste cd. Muitas músicas remetem ao primeiro Avantasia, criando uma idéia de que esta segunda parte poderia ser até uma cópia mais fraca da primeira. Mas o cd é muito bom, e ainda assim merece nota máxima.

O cd abre com a longa “Seven Angels”, de cara a melhor do cd, alternando climas góticos no início, com momentos puramente heavy em seus 14 minutos, lembrando muito o clássico “Keeper of the Seven Keys” (Helloween). A mesma é seguida por uma faixa tipicamente speed, a potente “No Return”, aonde Tobias, Michael Kiske e André Matos dividem vocais com muita habilidade. O cd é permeado por momentos mais cadenciados e pesados (aonde impera um clima bem soturno, ou a dita “Atmosfera Densa” que Tobias anunciou em entrevistas), como na faixa “The Looking Glass” e na mais rockeiras “Memory” e “The Final Sacrifice” (excelente riff de entrada), além da faixa final “Into the Unknown”, que resgata o lado épico da opera, perdido entre muitas faixas speed e agressivas. Mas o cd é capitaneado por faixas mais speed metal, como as agressivas “Chalice of Agony” e “In Quest For”. Todas são de altíssimo nível, porém fica faltando aquela conexão excelente que havia entre as faixas do primeiro Avantasia, além de faixas que realmente peguem no seu ouvido, como foi o caso da faixa título “Avantasia”. Mas o cd é ruim? Não... longe disso.

Todos os convidados dão show em suas interpretações, com destaque para os notórios Michael Kiske, David De Feis e a bela Sharon den Adel, que interpreta Anna Held, que é seqüestrada no decorrer da história, ficando o pobre Gabriel a lutar pela sua salvação. O final é como diz o título da última música, direto para o desconhecido.

Um grande cd, que merece ser comprado, pela sua qualidade e pelo nível de suas músicas, mas que sofreu do mal da continuação de um cd de sucesso. Mas não pense que não vale a pena, pois vale, e muito.


- Postado por: #Maverick# às 01h51
[ ] [ envie esta mensagem ]

___________________________________________________




Num passado não muito distante uma banda começava a fazer sucesso para se tornar uma das lendas do Rock 'n Roll.

                                                  
 

No começo, em 1955, a face do rock and roll estava mudando rapidamente. Este foi o ano em que Elvis apareceu pela primeira vez nas paradas, Bill Halley and the Comets fazia todos dançarem em volta do relógio, Chuck Berry encontrava Muddy Waters, e o maior guitarrista de todos os tempos, Angus Young, nascia. Mas ele não nasceu um rock-star, claro... para chegar lá ele teve uma pequena ajuda de seus irmãos.

Angus e Malcolm foram apresentados ao cenário do rock and roll por seu irmão mais velho, George. Ele se tornou um grande astro na Austrália em meados da década de 60 com um grupo chamado Easybeats. Isto deixou uma impressão nos dois irmãos mais novos e os dois acabaram aprendendo a tocar guitarra, tomando lições de George quando este não estava em turnê. Depois eles montaram a sua própria banda.

Malcolm participou de algumas bandas de garagem que não chegaram a lugar algum. Em 1971 chegou a participar de uma banda chamada Velvet Underground (uma homônima, não a que ficou famosa com Lou Reed e Nico). Angus, por seu lado, montou uma banda chamada Tantrum. As únicas apresentações foram em festas escolares. Isto durou até 1973, quando ambos se juntaram para formar o AC/DC.

A estréia do AC/DC ocorreu na festa de ano novo de 1973 no clube noturno Sydney's Chequers. A formação inicial da banda contava com Angus na guitarra solo, Malcolm na guitarra base, Colin Burgess na bateria, Van Knedt no baixo e Dave Evans nos vocais. A formação sofreu diversas alterações. Primeiro Colin Burgess saiu, sendo substituído por Ron Carpenter. Depois Larry Van Knedt saiu sendo substituído por Rob Bailey. Carpenter não durou muito e foi substituído por Russell Coleman, logo depois trocado por Peter Clark.

A formação Young / Young / Evans / Bailey / Clark gravou o primeiro single da banda, "Can I Sit Next to You Girl / Rockin' In the Parlour". As próximas mudanças na formação foram decisivas. O motorista da banda, Bon Scott, disse que sabia tocar bateria e logo tomou o lugar de Peter Clarks. Ele também trouxe para a banda Bruce Houwe, baixista, substituindo Bailey. Não demorou muito para que Angus e Malcon se cansassem de Dave Evans que assumia uma postura cada vez mais glam rock. Então Evans saiu e Bon se tornou o frontman do AC/DC. Logo depois Houwe saiu e George Young assumiu o baixo.

O álbum de estréia do AC/DC, "High Voltage" foi gravado em apenas 10 dias e lançado na Austrália em Fevereiro de 1975. Phill Rudd e Mark Evans foram chamados para assumir a bateria e baixo. Esta formação gravaria os próximos três álbuns, "TNT" em 1975 e "Dirty Deeds Done Dirt Cheap" em 1976. As gravações de "TNT" foram lançadas em alguns países apenas como parte integrante do álbum "High Voltage".

"Let There be Rock" saiu em 1977. É deste disco um dos maiores clássicos da banda, presente em todos os shows desde então, "Whole Lotta Rosie". Durante a turnê uma briga entre Angus e Mark levou este último a abandonar a banda. Não se trataram de diferenças musicais ou coisa parecida, e sim de uma briga de verdade, com os punhos, aparentemente por causa de uma mulher.

O AC/DC não teve problemas em conseguir um novo baixista. Rapidamente contrataram Cliff Williams, que está na banda desde então. Esta formação gravou alguns dos melhores álbuns do AC/DC. Em 1978 saiu "Powerage". Depois lançaram o álbum ao vivo "If You Want Blood You've Got It" que foi gravado a partir de fitas de diferentes shows em 1978.

Finalmente gravaram o que é considerado o melhor disco da era Bon Scott, "Highway to Hell", em 1979. O título é uma referência (e uma sátira, claro) a "Stairway To Heaven", do Led Zeppelin. Vem deste disco (pelo título e por causa da gravura da capa) a fama de satanistas do AC/DC. Os boatos de pacto com o diabo e de que a banda seria uma má influência para a juventude foram reforçados quando um famoso assassino que se entitulava Night Crawler foi preso e se declarou fã da banda.

O AC/DC estava recebendo sua merecida popularidade mundial quando uma tragédia aconteceu. Em 19 de fevereiro de 1980 o vocalista da banda, Bon Scott, foi achado morto no banco de trás do carro de um amigo. Em um pronunciamento oficial à imprensa foi informado que Bon morrera de causas naturais, mas como ele havia bebido muito na noite anterior, acredita-se que ele tenha morrido ao desmaiar e se sufocar com seu próprio vômito. Há também boatos de que haveria heroína envolvida, mas a verdade nunca será comprovada.

A questão era decidir se deveriam continuar. Malcolm e Angus rapidamente decidiram que deveriam, e começaram a procurar o substituto em março. Muitos se apresentaram, mas nenhum parecia o artista certo por uma razão ou por outra. Um fã de 14 anos de Chicago enviou uma carta ao AC/DC recomendando o cantor Brian Johnson, que tocava na banda Geordie. Malcolm lembrou de ter assistido a um show da banda Geordie e que o próprio Bon havia comentado sobre que grande cantor Brian Johnson era. A banda fez uma audição com Johnson e pronto.

O próximo álbum da banda, "Back in Black", foi uma obra de arte. Bon havia escrito 15 músicas antes de sua morte, mas todas as composições foram abandonadas. A banda achava que não seria certo que outra pessoa cantasse as músicas de Bon, então compuseram o álbum inteiro novamente. O álbum foi lançado em julho de 1980, com uma capa preta como tributo a Bon Scott. Esta gravação se tornou na época o disco heavy metal mais vendido, com mais de 10 milhões de cópias.

O AC/DC alcançou o auge da fama por volta de 1981. "Dirty Deeds Done Dirt Cheap" foi finalmente lançado nos Estados Unidos e rapidamente se tornou um sucesso, chegando a vender mais que "Back in Black" durante algum tempo. Eles finalmente eram super-stars.

A formação que gravou "Back in Black" gravou mais dois álbuns. Em 1981 lançaram "For Those About to Rock We Salute You", que foi o seu único álbum a atingir o número 1 na Bilboard.

Após uma imensa turnê mundial gravaram "Flick of the Switch" em 1983. O baterista Phil Rudd estava envolvido com drogas e pouco participou das gravações. Uma briga (de verdade, com os punhos) entre ele e outro membro da banda não revelado ao público foi a gota dágua para que ele fosse despedido da banda


- Postado por: #Maverick# às 00h11
[ ] [ envie esta mensagem ]

___________________________________________________




Lendas do Rock 'n Roll pater 2

                      

Para achar um novo baterista o AC/DC colocou um anúncio em uma revista de heavy metal, não dizendo de que banda se tratava. Quando Simon Wright, que tinha 20 anos na época, apareceu para a audição, ficou surpreso ao descobrir que estava sendo testado para o AC/DC. De qualquer forma a banda gostou do que viu, Simon se juntou à banda, e esta formação gravou "Fly on the Wall" em 1985.

Em 1986 lançaram "Who Made Who", que é considerado por muitos um álbum de greatest hits da banda. Na realidade é apenas a trilha sonora do filme "Maximum Overdrive", de Stephen King. As canções foram escolhidas por Stephen, que é um grande fã do AC/DC.

Em 1988 gravaram "Blow Up Your Video", e mudaram novamente de formação. Desta vez o baterista saiu voluntariamente. Simon Wright sempre foi um grande fã da banda Dio e quando Ronnie James Dio o convidou a se juntarem, Simon não demorou a tomar a sua decisão. O substituto foi Chris Slade, que havia tocado com Tom Jones e o The Firm. O novo álbum "The Razor's Edge" foi gravado em 1990. Apesar de desfalcados de Simon, o álbum, produzido pelo próprio AC/DC em parceria com Bruce Fairbain (que havia trabalhado com Bon Jovi e Aerosmith), foi considerado por muitos o melhor álbum desde "For Those ABout To Rock".

Até esta época a banda havia lançado apenas um disco ao vivo. Decidiram então que era hora de um novo registro. Em 1992 "Live" foi lançado em dois formatos, CD simples e CD duplo, com a versão dupla, de circulação limitada, mais direcionada aos colecionadores.

Em 1995 foi anunciado que Rudd estaria de volta à banda. O novo álbum, "Ballbreaker", foi lançado em setembro. A turnê mundial começou em 1996, incluindo apresentações no Brasil.

Para cumprir uma cláusula de contrato com a gravadora que previa o lançamento de uma boxset, em 1997 começou a ser preparada a caixa "Bonfire". Ao contrário do caminho mais fácil de lançar uma grande coletânea de greatest hits, a banda preparou um verdadeiro tributo a Bon Scott. Pesquisas foram iniciadas para recuperar fitas-demos deixadas pelo vocalista bem como registros de shows. Malcolm, Angus e George passaram meses ouvindo material e escolhendo as gravações que melhor capturaram Bon Scott. A caixa foi lançada em novembro, composta por cinco CDs: a íntegra de um show para uma rádio em 1977 ("Live From The Atlantic Studios"), uma das últimas performances de Bon em 1979 ("Let There Be Rock - The Movie - Live In Paris", CD duplo), uma coletânea de demos, músicas inéditas e versões raras ao-vivo ("Volts") e o relançamento de "Back In Black" (com encarte original da versão em vinil e colocado na caixa por se tratar de um tributo a Bon Scott). "Bonfire" trazia ainda um livreto, poster, adesivo, tatuagem, palheta de guitarra e um chaveiro abridor de garrafas.

Em 1998, após tour mundial de lançamento da box-set e merecidas férias, começaram os trabalhos de composição e gravação para o novo álbum, trabalho este feito com calma excessiva, que resultaria no lançamento apenas em 2000 de "Stiff Upper Lip". Brian Johnson praticamente não participou do processo de composição do novo álbum, ocupado com seu trabalho de produtor de outras bandas e participação em projetos solo.



- Postado por: #Maverick# às 00h02
[ ] [ envie esta mensagem ]

___________________________________________________




Uma pequena previa do que vai vem por aiiii ... Van Helsing

 

 

Em tempos antigos quando monstros caminhavam sobre a terra havia um caçador incumbido por uma organização secreta para acabar com as forças do mal. Ele é Gabriel Van Helsing (Hugh Jackman) que foi abandonado na porta da catedral no Vaticano e foi imediatamente adotado e treinado pela Igreja para cumprir seu destino. O caçador tem a missão de poupar o mundo das criaturas do mal perseguindo e destruindo as forças sobrenaturais que a humanidade não compreende. Assim algumas pessoas o consideram um santo, enquanto que outras acham que ele é apenas um assassino. Van Helsing ainda tem um passado esquecido e misterioso que o leva à procura de respostas. Em uma de suas jornadas ele vai parar na Transilvânia, lar do Conde Drácula e de suas noivas para salvar a vida de Anna Valerious (Kate Beckinsale). Ela é a última sobrevivente de uma família nobre que passou gerações com o intuito de acabar com o conde chupador de sangue. Caçadora destemida, Anna não tem medo do perigo e pretende aniquilar aquele que exterminou sua família. Para piorar a situação o Conde, com a ajuda do Lobisomem, está tentando idealizar um plano secreto que depende das experiências científicas do Dr. Frankenstein e de sua criação bizarra. Assim, Van Helsing e Anna, vão enfrentar perigos inimagináveis em uma terra dominada pelo terror.


- Postado por: #Maverick# às 02h20
[ ] [ envie esta mensagem ]

___________________________________________________




Isso é bem legal... outro dia na net eu acabei achando isso ... O velho e bom filmes de terror classicos que marcaram a vida de todos ....Parte 1

Dossiê MONSTROS

Caninos na carótida:
uma breve história dos vampiros no cinema
por Walnice Nogueira Galvão

A passagem de Roman Polanski pelo Brasil, a propósito do festival de seus filmes, quando mais não fosse teve o mérito de retirar da obscuridade esses seres tão injustiçados, os vampiros. "A dança dos vampiros" (1967), exibido na mostra, dialoga com uma considerável tradição cinematográfica, que se alçou ao patamar de gênero autônomo embora cult. Dados dos anos 90 computam no patrimônio da humanidade 156 filmes, 120 curtas, 20 novelas de TV, 19 séries televisivas e 600 histórias em quadrinhos; faltam estatísticas para os videogames. O gênero seria responsável pelo surgimento de um bestiário e de sua iconografia.

Oriundos do terror ancestral que os mortos suscitam nos vivos, sabe-se que as religiões e os ritos se encarniçam em exconjurá-los para que permaneçam em seu lugar e dele não saiam, deixando-nos em paz. O medo básico é o de que eles voltem: alma-do-outro-mundo em francês é revenant, ou aquele que volta. Em nossa língua, "alma penada" é a que cumpre pena de vagar pelo mundo dos vivos em vez de ficar bem quietinha onde lhe compete. Não é outro o sentido do Dia dos Mortos, de Halloween, das celebrações de defuntos, das cerimônias de sepultamento, tão importantes em qualquer sociedade.

Entes como esses, antes de chegar ao cinema provêm da literatura -do romance gótico e do Romantismo, que explorou a face noturna da psique, deleitando-se tanto no decadentismo quanto no satanismo- e em alguns casos até do folclore. Há seres sobrenaturais dos dois lados. Do lado do bem, das luzes, da esfera solar: fadas, duendes protetores, elfos, Papai Noel. Do lado do mal, das trevas, da esfera lunar: lobisomens, avantesmas, fantasmas, assombrações. Pertencem os vampiros à tribo dos mortos-vivos, juntamente com Frankenstein e com o Médico/Monstro, os três arquétipos principais.

Frankenstein, que nasceu da inspiração de Mary Shelley no livro homônimo (1818), é um ser humano criado em laboratório, a partir da montagem mal feita de pedaços de cadáveres. De certo modo, é precursor do transplante de órgãos e da engenharia genética, bem como da plastificação de corpos para estudos de anatomia. Implica na usurpação de uma prerrogativa de Deus, até então o único Criador. Concorre para isso o pressentimento de que as forças da natureza liberadas pela Revolução Industrial, de que o livro é contemporâneo e conterrâneo, podem, como o gênio em "As mil e uma noites", atender a todos os desejos dos amos, mas nunca mais regressar à garrafa, uma vez destampada.

Estueo da dupla personalidade, "O médico e o monstro" já foi refilmado inúmeras vezes e se origina de um romance de Robert Louis Stevenson (1886), igualmente inglês. O médico fabrica e bebe uma poção que o transforma no oposto, numa de suas experiências científicas. Escrito na época vitoriana, quando imperava o puritanismo, ilustra, na cisão entre as duas pessoas, uma um bondoso médico e a outra um assassino, a dificuldade de integrar numa só personalidade as forças recalcadas do instinto, como a sexualidade e a agressividade. É o esquema dos contos de fada, onde convivem uma mãe boa e uma madrasta má, duplicação que a criança opera porque não pode aceitar que ambas sejam aspectos complementares da mesma pessoa: a mãe que alimenta e afaga, a madrasta que se enfurece e castiga. Ou dos mitos de irmãos inimigos, um bom e outro mau, como Caim e Abel. Observa-se, como na saga de Frankenstein, o temor às conseqüências da ciência e da tecnologia.

O primeiro "Frankenstein" (1931) tem como protagonista Boris Karloff, numa caracterização a tal ponto notável que influenciaria toda a seqüência. Nas histórias em quadrinhos vemos que é seu fenótipo, perfeitamente reconhecível, que prevalece. Em qualquer filme de monstro, lá está ele, mesmo que com outro nome e em entrecho alheio, por exemplo em "A família Adams": estatura de gigante, cabeçorra e testa ainda maior, olhos esgazeados, cicatriz de costura riscando a testa em linha paralela à do cabelo, com porcas e parafusos de metal atravessando o pescoço de lado a lado, tudo isso vestígios da montagem de que resulta.

Para o vampiro, o livro de base é "Drácula", do irlandês Bram Stoker (1897). No filme de mesmo título (1931), a cara de Bela Lugosi no papel do protagonista ficou igualmente impregnada em toda a produção posterior. Ele quase não fala, mas sua máscara é notavelmente expressiva: sobre o fundo branco, uma boca de lábios finos enegrecidos pelo batom roxo, olhos escuros que brilham malevolamente na cercadura também negra, a calota de cabelo cor de azeviche alisado para trás com brilhantina. Quase sempre as reedições mesmo recentes trazem Bela Lugosi na capa. Quando até um seriado juvenil como "Buffy, a caça-vampiros" passa há anos na televisão, ninguém mais ignora as características dos vampiros. Dormem de dia num esquife e perambulam à noite, já que a luz do sol lhes é nefasta. São imortais, a menos que tenham o coração trespassado por uma estaca de madeira. Podem ser afugentados por alho, cruzes e água benta. Sua imagem não se reflete nos espelhos. Ostentam caninos hipertrofiados, de rigor para o close nas cenas em que mergulham no pescoço das vítimas. Infectam os incautos e ao sugar-lhes o sangue passam adiante sua condição. Metamorfoseiam-se em morcegos: esses hematófagos foram uma fonte de inspiração para a criação dos vampiros humanos.



- Postado por: #Maverick# às 19h10
[ ] [ envie esta mensagem ]

___________________________________________________




Parte 2

Não faltou uma interpretação materialista, que neles vê simbolizada a super-exploração dos servos pelos senhores feudais. E tiveram um modelo histórico no príncipe Vlad, o Empalador, da Romênia (século XV), alcunhado Drácula, ou O Demônio, imortalizado por uma gravura em que se banqueteia à vista dos coitados que mandou empalar.

Grandes cineastas, experimentando a mão, como Francis Ford Coppola em "Dracula de Bram Stoker" (1992)., dourariam periodicamente os brasões de um gênero menor que nunca passou de cult. Afora os filmes de concepção mais tradicional, sem maior graça, resultariam algumas linhas bem interessantes, e que se beneficiaram sobretudo desses diretores. Uma explora a crise existencial, outra o erotismo e ainda outra a paródia.

Dois filmes ilustram a primeira. Em "Entrevista com o vampiro" (1994), que passa com freqüência na TV a cabo, Brad Pitt, do lado do bem, perde seu tempo e sua lábia tentando convencer Tom Cruise a substituir o sangue humano por sangue animal. E em "Fome de viver" (1983), Catherine Deneuve e David Bowie, com todo o seu charme, vivem vampiros entediados e altamente conscientes, condenados a alimentar seu vício pela eternidade.

Os que carregam nos acentos sexuais chegam a resultados bem curiosos. Um deles é "Rosas de sangue" (1960), de Roger Vadim, cujo título original, "Et mourir de plaisir", dava uma idéia melhor de suas más intenções. Outro, o de Werner Herzog, "Nosferatu, o vampiro da noite" (1979), assim intitulado em homenagem ao ilustre antecessor compatriota, abriu oportunidade para que o grande Klaus Kinski desse um show de interpretação, especialmente quando assediava a beleza vulnerável de Isabelle Adjani.

A paródia viria a ser inevitável, tal a carga de terror e de melodrama, a exigir algum grau de catarse. Entre outros, Mel Brooks dedicaria sua verve farsesca a "Dracula, morto mas feliz" (1995). E é aqui que se inscreve "A dança dos vampiros", derivando seu interesse do fato de ser visualmente belíssimo, graças a uma notável direção de arte, e ter o próprio Roman Polanski como protagonista. Sendo uma paródia, permite ao diretor o desmantelamento dos clichês do gênero, havendo até um vampiro gay. E o final constitui a piada maior: o desastrado professor à caça desses seres rapta do castelo duas pessoas infectadas, ou dois novos vampiros, não mais trancafiados, mas soltos no mundo por suas próprias mãos. Ou seja, fica insinuado o futuro de um mundo só de vampiros.

Não se pode falar neles, é claro, sem prestar homenagem à produtora inglesa Hammer, a Peter Cushing e a Christopher Lee, que estrelou nada menos que oito filmes de Drácula. Depois, faria toda uma carreira falando da experiência, sobretudo em documentários para TV, tal sua identificação com a personagem. Sua efígie seria aproveitada em campeões de bilheteria, como "Guerra nas estrelas" e "O senhor dos anéis", nos quais é ator de proeminência.

Numa das maiores fases que o cinema já conheceu, o expressionismo alemão, surgiram filmes inaugurais como "O gabinete do Dr. Caligari" (1919), de Robert Wiene, "Nosferatu, o vampiro", de F.W. Murnau (1922) e "O Vampiro de Düsseldorf", de Fritz Lang (1931). Neste último o termo é usado metaforicamente: não se trata de um vampiro propriamente dito, mas de um assassino serial que estupra e mata menininhas. Na literatura, como vimos, o gênero constituíra uma resposta ficcional possível à angústia despertada pela Revolução Industrial. Sua penetração no cinema da própria Alemanha coincide com a ascensão do nazismo, com as doutrinas de eugenia e com a paranóia nutrindo fantasias sobre seres impuros ou mistos, ou seja, não-arianos (como vampiros, como Frankenstein, como o Médico/Monstro). Delineiam-se no horizonte, logo depois levadas a cabo, as experiências médicas com seres humanos, com o objetivo de intervir na programação genética, que implicariam nas horripilantes práticas de mutilação e tortura do gabinete do dr. Mengele em Auschwitz, insinuadas nesses filmes. Ou bem os pesadelos mudaram, ou bem a realidade os ultrapassou, com vantagem. O cinema, por sua vez, embrenhou-se numa escalada de violência cujo termo não se divisa. Hoje os vampiros, e outras projeções fantásticas, parecem encantadoramente datados. Surgem à distância para nós, agora, e podemos encará-los até com afeto.


- Postado por: #Maverick# às 19h08
[ ] [ envie esta mensagem ]

___________________________________________________




Matrix mais loca que o batman ??



- Postado por: #Maverick# às 18h36
[ ] [ envie esta mensagem ]

___________________________________________________




Coias do cotidiano



- Postado por: #Maverick# às 04h19
[ ] [ envie esta mensagem ]

___________________________________________________




Oiii



- Postado por: #Maverick# às 22h51
[ ] [ envie esta mensagem ]

___________________________________________________




FINAL FANTASY VII: ADVENT CHILDREN

O sonho de milhares de fãs de Final Fantasy está prestes a se tornar realidade. A Square está preparando a seqüência de Final Fantasy VII, considerado por muitos o melhor entre todos os Final Fantasy. Porém, ao contrário do que muitos imaginavam a seqüência não será para PlayStation 2 e muito menos para PlayStation 1. Trata-se, pois, de um filme feito totalmente em CG (computação gráfica) a exemplo do filme Final Fantasy. Um dos melhores jogos de RPG que eu já jogue, agora vamos ver como que vai ser a versão filme, pelos trailes que eu vi ele vai ser muito irrado, a melhor parte é a luta de Cloud contra o Sephiroth comfiram alguns detalhes nos Screen Shots abaixo. A nivel de Grafíco ele se igula ao filme Matrix ainda mais nas senas de ação. Vamos aguardar para ver como que vai ficar o trabalho final ... 



- Postado por: #Maverick# às 18h42
[ ] [ envie esta mensagem ]

___________________________________________________




!!!!!!!!!!!!

Aee galera naum to tendo muito tempo pra poder ficar postando muitas coisas então aguardem .....

- Postado por: #Maverick# às 17h35
[ ] [ envie esta mensagem ]

___________________________________________________